sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Maya, o show em que as coisas parecem estar, mas não estão.



A Vedanta declara que nossa natureza real é divina: pura, perfeita, eternamente livre. Não temos que nos tornar Brahman, nós somos Brahman. Nosso verdadeiro Ser, o Atman, é um com Brahman. Mas, se nossa natureza real é divina, por que, então, estamos tão incrivelmente inconscientes disso?

A resposta para essa pergunta está no conceito de maya, ou ignorância. Maya é o véu que encobre nossa natureza real e a natureza real do mundo à nossa volta. Maya é fundamentalmente insondável: não sabemos por que ela existe e não sabemos quando ela começou. O que realmente sabemos é que, como qualquer forma de ignorância, maya deixa de existir com o raiar do conhecimento, o conhecimento da nossa natureza divina.

Brahman é a verdade real da nossa existência: em Brahman, vivemos, movemo-nos e existimos. “Tudo isto é verdadeiramente Brahman”, declaram os Upanishads – as escrituras que compõem a filosofia Vedanta. O mundo mutável que vemos à nossa volta pode ser comparado às imagens que se movem na tela do cinema: sem a tela imutável por trás, não pode haver filme. Da mesma forma, por trás deste mundo mutável, é o imutável Brahman – o substrato da existência – quem dá ao mundo sua realidade.

Porém, para nós, essa realidade é condicionada, como um espelho deformado, por tempo, espaço e causalidade – a lei de causa e efeito. Além disso, nossa visão da realidade ainda é obscurecida pela identificação equivocada: nós nos identificamos com o corpo, a mente e o ego, em vez de nos identificarmos com o Atman, o Ser divino.

Essa percepção equivocada original cria mais ignorância e dor, num efeito dominó: ao nos identificarmos com o corpo e a mente, tememos a doença, a velhice e a morte; ao nos identificarmos com o ego, sofremos de raiva, ódio e centenas de outros tormentos. Ainda assim, nada disso afeta nossa natureza real, o Atman.

Maya pode ser comparada às nuvens que encobrem o sol: o sol permanece no céu, porém a nuvem densa nos impede de vê-lo. Quando as nuvens se dispersam, tornamo-nos conscientes de que o sol lá esteve o tempo todo. Nossas nuvens – maya, que surge como egoísmo, ódio, ganância, luxúria, raiva, ambição – são sopradas para longe quando meditamos sobre nossa natureza verdadeira, quando nos ocupamos de ações altruístas e quando agimos e pensamos consistentemente nas formas de manifestarmos nossa real natureza: isto é, por meio de veracidade, pureza, contentamento, autocontrole e paciência. Essa purificação mental afasta as nuvens de maya e deixa nossa natureza divina brilhar.

Shankara, o grande sábio-filósofo da Índia do século sétimo, usava o exemplo da corda e da cobra para ilustrar o conceito de maya. Andando por uma rua escura, um homem vê uma cobra; seu coração bate mais forte, sua pulsação acelera. Examinando mais de perto, a “cobra” vem a ser um pedaço de corda enrolada. Uma vez que a ilusão se desfaz, a cobra desaparece para sempre.

Assim, andando pela rua escura da ignorância, vemos a nós mesmos como criaturas mortais, e, à nossa volta, o universo do nome e da forma, o universo condicionado por tempo, espaço e causalidade. Ficamos cientes de nossas limitações, escravidão e sofrimento. “Examinando mais de perto”, tanto a criatura mortal quanto o universo não são outra coisa senão Brahman. Uma vez que a ilusão se desfaz, nossa mortalidade e também o universo desaparecem para sempre. Vemos Brahman existindo em todo lugar e em todas as coisas.

Fonte: http://www.vedanta.org.br/vedanta
Fonte da imagem: http://tonocosmos.com.br/o-mundo-e-uma-ilusao

domingo, 25 de novembro de 2018

O SUPREMO CONHECIMENTO

Ramanashram Gualberto em Gravatá-Pe-Br



 Nesses encontros, estamos descobrindo como constatar e não perder de vista a Verdadeira Identidade de cada um de nós.

Se examinar bem, você vai descobrir que isso, basicamente, é Meditação. Não perder de vista sua Verdadeira Natureza é Meditação. O único equívoco é você ter essa identidade física e mental como sendo sua realidade, sua naturalidade, sua natureza verdadeira. Essa identidade física e mental não deve ter lugar aí, porque ela não é real. Você se confunde com a mente e com o corpo, então, tem medo da doença, da velhice e, naturalmente, da morte. A morte fica mais próxima com a velhice, mas ela alcança a todos, inclusive os mais novos e mais saudáveis.



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A ILUSÃO DO EU

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Permanecendo em Seus Próprios Assuntos


Eu posso encontrar apenas três tipos de assuntos no Universo: os meus, os seus e os de Deus. (Para mim, a palavra Deus significa ―realidade.‖ Realidade é Deus, porque ela manda. Qualquer coisa que está fora do meu controle, do seu controle ou do controle de qualquer outra pessoa, eu chamo de assuntos de Deus.) Muito do nosso estresse vem de viver mentalmente fora dos nossos próprios assuntos.

Quando eu penso ―Você precisa arrumar um emprego, Eu preciso que você seja feliz, você deveria ser pontual, você precisa se cuidar melhor‖, eu estou nos seus assuntos. Quando eu estou preocupado(a) com terremotos, inundações, guerras ou quando eu vou morrer, eu estou nos assuntos de Deus. Se eu estou mentalmente nos seus assuntos ou nos assuntos de Deus, o efeito é separação.

Eu percebi isso no início de 1986. Quando eu, mentalmente, estava nos assuntos da minha mãe, por exemplo, com um pensamento do tipo ―Minha mãe deveria me entender‖, eu imediatamente experienciava um sentimento de solidão. Foi quando eu me dei conta de que, todas as vezes na minha vida em que eu me senti magoada ou solitária, eu estava nos assuntos de outra pessoa.

Se você está vivendo sua vida e eu estou mentalmente vivendo sua vida, quem está vivendo a minha? Estamos os dois lá. Estando mentalmente nos seus assuntos me afasta de estar presente nos meus próprios. Eu estou separado(a) de mim mesmo(a), pensando porque minha vida não funciona. Pensar que eu sei o que é melhor para qualquer outra pessoa é estar fora dos meus assuntos. Mesmo em nome do amor, é pura arrogância e o resultado é tensão, ansiedade e medo.

Eu sei o que é certo para mim? Somente esse é o meu assunto. Deixe-me trabalhar nisso antes de eu tentar resolver os seus problemas por você. Se você entender os três tipos de assuntos o suficiente para estar nos seus próprios assuntos, isso poderia libertar a sua vida de uma maneira que você não pode nem imaginar.

A próxima vez que você se sentir estressado(a) ou desconfortável, pergunte a você mesmo(a) nos assuntos de quem você está mentalmente e talvez você caia na gargalhada! Essa pergunta pode trazer você de volta para você mesmo(a). Você pode vir a reconhecer que você nunca esteve realmente presente, que você tem vivido mentalmente, toda a sua vida nos assuntos das outra pessoas. Só perceber que você está mentalmente nos assuntos dos outros, pode trazer você de volta para o maravilhoso você mesmo(a). E se você praticar isso por um tempo, você pode vir a reconhecer que você não tem nenhum assunto também e que a sua vida corre perfeitamente bem por si só.

Byron Katie

Fonte; http://thework.com/sites/thework/downloads/little_book/Portuguese_LB.pdf 

MUITO BELAS, VOZ E MELODIA...


APENAS ENTREGUE-SE






Toda técnica é contra a natureza, contra o Tao; todo esforço é contra o Tao. Se você conseguir deixar tudo por conta da natureza, então nenhuma técnica é necessária, porque essa é a técnica suprema. Se você conseguir deixar tudo por conta do Tao, essa é a mais profunda entrega possível. Você está entregando a si mesmo, o seu futuro, as suas possibilidades, está entregando o próprio tempo, todos os esforços. Isso significa paciência e espera infinitas.


Depois que você entregar tudo à natureza, não há esforço, você apenas flui; você está num profundo estado de deixar acontecer. Coisas lhe acontecem, mas você não está fazendo nenhum esforço para que elas aconteçam, não está nem mesmo procurando-as. Se elas acontecerem, tudo bem; se não acontecerem, tudo bem; você não escolhe. Tudo o que acontece, acontece; você não tem expectativas e, é claro, nenhuma frustração.


A vida flui e você flui com ela. Você não tem nenhum objetivo a alcançar, porque com o objetivo entra o esforço. Você não tem nenhum lugar para ir, porque, se tiver algum lugar para ir, o esforço virá; ele está implícito. Você não tem nenhum lugar para ir, nenhum lugar para alcançar, nenhum objetivo, nenhum ideal; nada precisa ser atingido, você entrega tudo, e, nesse momento de entrega, nesse exato momento, tudo lhe acontece.


O esforço requer tempo, a entrega não leva tempo; técnica leva tempo, a entrega não leva tempo. É por isso que chamo a entrega de técnica suprema; ela é uma não-técnica. Você não pode praticá-la, não se pode praticar a entrega. Se você praticar, ela não é entrega; então você está contando consigo mesmo e não está totalmente impotente; então você está tentando fazer alguma coisa. Mesmo se for entrega, você está tentando fazê-la, e a técnica entrará em cena e, com a ela, entra o tempo, o futuro.


A entrega não é temporal, ela está além do tempo. Se você se entrega, nesse exato momento você está fora do tempo, e tudo o que pode acontecer acontecerá. Mas então você não a está procurando, não a está buscando, não está ávido por ela. Você absolutamente não está pensando nela; para você, dá no mesmo se ela acontecer ou não acontecer.


Tao significa entrega, entrega à natureza, e então o ego não existe. O tantra e a ioga são técnicas, e por meio delas você atinge um ponto de entrega, mas será um longo processo. No final, depois de cada técnica, você terá de se entregar, mas com as técnicas a entrega acontecerá no final. Com o Tao, no Tao, ela virá no começo. Se você puder se entregar agora mesmo, nenhuma técnica é necessária.


Você precisa ser descondicionado. Se você estiver no Tao, então nenhuma técnica é necessária; se você for saudável, então nenhum remédio é necessário. Todo remédio é contra a saúde; mas você está doente, e o remédio é necessário. Esse remédio matará sua enfermidade; ele não pode lhe dar saúde, mas, se a doença for removida, a saúde lhe acontecerá. Nenhum remédio pode lhe dar saúde; basicamente, todo remédio é um veneno, mas você coletou algum veneno e precisa de um antídoto que criará um equilíbrio, e a saúde será possível.


A técnica não lhe dará a sua divindade, não lhe dará a sua natureza. Ela destruirá tudo o que você juntou à volta da sua natureza; ela apenas tirará os seus condicionamentos. Você está condicionado e, no momento, não pode saltar em direção à entrega. Se você puder saltar, ótimo, mas você não pode... Seus condicionamentos perguntarão: "Como?" Então as técnicas serão de ajuda.


Quando a pessoa vive no Tao, nenhuma ioga, nenhum tantra e nenhuma religião são necessários. A pessoa está perfeitamente saudável, e nenhum remédio é necessário. Toda religião é medicinal. Quando o mundo viver totalmente no Tao, as religiões desaparecerão e nenhum mestre, nenhum Buda e nenhum Jesus serão necessários, porque cada um será um Buda ou um Jesus. Mas, no momento, como você é, você precisa de técnicas; essas técnicas são antídotos.


Você juntou à sua volta uma mente tão complexa que complicará tudo o que for dito e for dado a você; você tornará tudo mais complexo, mais difícil. Se eu lhe disser: "Entregue-se", você perguntará: "Como?"; se eu disser: "Use técnicas", você perguntará: "Técnicas? As técnicas não são contra o Tao?"; se eu disser: "Nenhuma técnica é necessária, simplesmente se entregue e a divindade lhe acontecerá", imediatamente você perguntará: "Como?" Essa é a sua mente.


Se eu disser: "O Tao está exatamente aqui e agora, você não precisa praticar nada; simplesmente dê um salto e se entregue", você perguntará: "Como? Como posso me entregar?" Se eu lhe der uma técnica para responder ao seu "como", sua mente dirá: "Mas um método, uma técnica e uma abordagem não são contra o Tao? Se a divindade for a minha natureza, então como pode ser alcançada por meio de uma técnica? Se ela já está presente, então a técnica é inútil, é desnecessária. Por que perder tempo com técnicas?" Observe essa mente!


Certa vez aconteceu de um homem, pai de uma jovem, pedir ao compositor Leopold Godowsky para ir à sua casa e dar aula à sua filha. Ela estava aprendendo piano e Godowsky foi à casa deles e, pacientemente, ouviu a jovem tocar. Quando ela terminou, o pai riu exultante, deu um grito de felicidade e perguntou a Godowsky: "Ela não é maravilhosa?"


Conta-se que Godowsky respondeu: "Ela tem uma técnica impressionante. Nunca ouvi alguém tocar uma peça tão simples com uma dificuldade tão grande".


É isso o que acontece na sua mente.


Mesmo uma coisa simples, você a tornará complicada, difícil para si mesmo. E essa é uma medida de defesa, porque, quando você cria dificuldade, não precisa fazê-la; primeiro o problema precisa ser resolvido, e só depois você pode fazê-la.


Lembre-se, você pode seguir em frente indefinidamente nesse círculo vicioso, mas precisará quebrá-lo em algum ponto e sair dele. Seja determinado, porque somente com decisão nasce a sua humanidade, somente com decisão você se torna humano. Seja determinado; se você puder se entregar, entregue-se; se não puder se entregar, então não crie problemas filosóficos e use alguma técnica. De ambas as maneiras, a entrega lhe acontecerá.


OSHO

TUDO É FELICIDADE



"Minha experiência é que tudo é felicidade. Mas o desejo por felicidade causa dor. Assim, a felicidade se torna uma semente de dor. Todo o universo de sofrimento nasce do desejo. Abandone o desejo por prazer e você nem mesmo saberá o que é a dor." SRI NISARGADATTA MAHARAJ

COMO O SOFRIMENTO APARECE


"Para compreender como o sofrimento aparece, pratique observar sua mente. Neste espaço da mente não há problemas não há sofrimento. Então, alguma coisa prende sua atenção – uma imagem, um som, um cheiro. Sua mente se subdivide em interno e externo, “eu” e “outro” sujeito e objeto. Com a simples percepção do objeto, não há ainda nenhum problema, porém, quando você se foca nela, nota que é grande ou pequeno, branco ou preto, quadrado ou redondo. 

Então você faz um julgamento – por exemplo, se o objeto é bonito ou feio. Tendo feito esse julgamento, você reage a ele: decide que gosta ou não do objeto. É aí que o problema começa, pois “Eu gosto disto” conduz a “Eu quero isto”. Igualmente, “Eu não gosto disto” conduz a “Eu não quero isto”. Se gostamos de alguma coisa, se a queremos e não podemos tê-la, nós sofremos. 

Se a queremos, a obtemos e depois a perdemos, nós sofremos. Se não a queremos, mas não conseguimos mantê-la afastada, novamente sofremos. Nosso sofrimento parece ocorrer por causa do objeto do nosso desejo ou aversão, mas realmente não é assim – ele ocorre porque a mente se biparte na dualidade sujeito-objeto, e fica envolvida com querer e não querer alguma coisa. O que temos que mudar é a mente e a maneira como ela vivencia a realidade.

— Chagdud Tulku Rinpoche, em “Portões de Prática Budista”.

Fonte: https://dharmalog.com/2017/09/21/compreender-sofrimento-chagdud-tulku-rinpoche/

NÃO SE PREOCUPE





 Não se preocupe com o resultado de sua ação, basta dar atenção à ação em si. O resultado surgirá espontaneamente. Essa é uma valiosa prática espiritual.

sábado, 24 de novembro de 2018

REGRAS ÁUREAS


NÃO DIGAIS
Tudo quanto sabeis
Por que aquele que diz
Tudo quanto sabe
Muitas vezes dirá
O que não sabe!
NÃO FAÇAIS
Tudo quanto podeis
Porque aquele que faz
Tudo quanto pode
Muitas vezes fará
O que não deve!
NÃO ACREDITEIS
Tudo quanto ouvis
Porque aquele que acredita
Tudo quanto ouve
Muitas vezes acreditará
O que não ouve!
NÃO GASTEIS
Tudo quanto tendes
Porque aquele que gasta
Tudo quanto tem
Muitas vezes gastará
O que não tem!
NÃO JULGUEIS
Tudo quanto vedes
Porque aquele que julga
Tudo quanto vê
Muitas vezes julgará
O que não viu!
Regras Áureas, achada numa pedra, nas ruínas de Persépolis, cidade construída por Dário e incendiada por Alexandre (331 A.C.)

Fonte: http://sobmalhete.com/

EU APRENDI



EU APRENDI....
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare

UMA VIRTUDE CHAMADA PACIÊNCIA

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Nenhum texto alternativo automático disponível.
A paciência é a parte mais delicada e digna da grandeza da alma. E também a parte mais escassa. A paciência está na raiz de tudo. Até mesmo a esperança deixa de ser felicidade quando está acompanhada da impaciência.
(Ruskin)

O QUE É LIBERDADE?



Neste satsang, Mestre Gualberto fala sobre Liberdade.

Vamos falar sobre liberdade. Liberdade de quem? Você diz: “minha liberdade”... Sua liberdade? A “sua liberdade” não é a Liberdade! “Sua liberdade” não se importa com a liberdade de mais ninguém; não se importa com a liberdade de todos os seres, de tudo. Então, isso não é Liberdade - não é a Liberdade Real. A Liberdade Real não pode ser sua. “Minha liberdade” é como a questão da “minha vida”. A gente diz “minha vida”, mas isso não pode ser Real, porque aquilo que você chama de “minha vida” é perdido, e a vida em si continua. Como pode ser real a Vida Real sendo vista dessa forma, como “minha vida”? Portanto, não há “minha vida”, como não há “minha liberdade”. Não existe tal coisa.

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PAI DO CEU






Tradução para o português da prece em forma de música cantada por Enya

Pai do Céu, Deus nos abençoe, Pai do Céu, Deus me abençoe. Minha alma, meu coração, minha glória Louvam você, Deus. Longo é o dia tranqüilo, Longa é a noite sem trevas. Deleite, alegria, amor, Louvam você, Deus. Eu o glorifico, dia após dia, Eu o glorifico, noite após noite. Pai do Céu, Deus nos abençoe. Pai do Céu, Deus me abençoe. A lua, o sol, o vento Louvam você, Deus.

O FIM DO MEDO

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TODA A COMPLICAÇÃO VEM DO EGO





"Iluminação é apenas não se perceber através do ego.
É não ver a vida, ou qualquer coisa, você mesmo, a vida, seu tênis, o cachorro, o gato, qualquer coisa, a partir do ego.
É não ver o mundo, e tudo o mais através da distorção que chamamos de ego, é permanecer na pura consciência.

É por isso que é chamado de Estado Natural.
Vejam que Estado Natural, não é através de lente alternativa, mas é sim a ausência de qualquer lente projetada sobre a realidade. É a dissolução de todas as distorções.


É isso que é a Iluminação, a percepção sem distorções.

Aquilo que percebemos, como sendo pensamentos, emoções, ou uma situação qualquer, relacionamentos, qualquer coisa é percebida diretamente e não pelas lentes do ego.É isso que é Iluminação.

Claro que existem compreensões profundas a partir disso. Ver através do véu é o poder realmente Ver, é a percepção além das histórias. A maioria das pessoas acreditam que Iluminação é um Satori eterno. Uma iluminação eterna, um Despertar eterno.Uma experiência infinita.

Mas não é uma experiência infinita e nem tem nada a ver com experiência infinita. Essa compreensão lhe dará mais profundidade de percepções e compreensões de que o sonho existe. É apenas uma clara visão de que a realidade pode ser vista diretamente, sem as lentes do ego.
Isso é iluminação.

E é muito bom, se perceber a Realidade sem as lentes do ego. É alegria, é paz e é o fim da sua busca. Não é que você encontrou alguma coisa, exceto sanidade. Não é que você atingiu alguma coisa, além daquilo que você sempre foi.

Isso é Nirvana: Ver as coisas como elas realmente são.

Logo, quando você vê as coisas como elas realmente são, naturalmente elas são boas. A natureza real das coisas está além dos pensamentos, é puro vazio, vacuidade. É não-existência.

A natureza de tudo é insubstancial. E Essa visão é além da dimensão da consciência. Pela perspectiva da Iluminação tudo está além da dimensão da consciência. Faz sentido para vocês?

O ego, (e a maioria das pessoas vive pelas lentes do ego - daí o termo egoico ) mas existe essa dimensão que é além da dimensão egoica onde a pura percepção está lá, acontece sem interferências.

Aquilo que o ego chama de inimigos, nessa dimensão não existem. Aquilo que você chama de dualidade, nessa dimensão não existe. Aquilo que se chama auto-imagem não existe tão pouco, uma vez que não se percebe onde começa e termina esse Self,  já que ele é Tudo; aquilo que o ego chama de "eu" nada mais são que os pensamentos a respeito dele.

Logo, alcançar a dimensão além da mente, o ego pode estar presente, os pensamentos e tudo o mais permanecem, sem problemas, e serão visto como tal, pensamentos, que passam. Não se precisa preocupar com isso, deixe-os vir. Eles fazem parte da existência. 

A Consciência os percebe, sem nenhum problema. Permanecer na Consciência de tudo, esse é o ponto. Em geral, espiritualidade é associada a um estado alterado de consciência, algo extraordinário.

Você pode ficar repetindo o nome de Deus por cinco horas, você terá um estado alterado de consciência, você se sente diferente; Existem várias práticas que podem alterar seu estado de consciência.


Mas a coisa engraçada é que Iluminação não tem a ver com nada disso.
Iluminação é a ausência de qualquer estado alterado de consciência.
A Consciência não precisa de nenhuma alteração para Ver aquilo que É.
Aquilo que é, não precisa de nenhuma alteração de consciência para ser percebido. A alteração de consciência é necessária para se ver algo que é mais do que aquilo que realmente É. Ou seja, criações além do Um.

Logo no momento que no Zen chamamos de Satori ou iluminação, na iluminação se enxerga como o ego desaparece, e com ele todas aquelas projeções ilusórias que criavam as divisões. Isso é o Despertar. E o que acontece hoje, amanhã, daqui a um ano, não importa, a percepção da Verdade, a experiência permanece.(...)

O que é realmente importante no Satori, é como o ego vem abaixo. Aquilo que você acreditava, confiava, vivia, desaba.

A orientação mais importante que vemos a partir da visão egoica dual, é que percebamos que existe algo que mantém tudo isso; e que o ego é em si mesmo, um grande gasto de energia, e que mesmo não sendo verdadeiro, ele emerge dessa fonte constantemente até seu fim. Esse ego é mantido aceso como uma brasa, ele é alimentado instante a instante.


A verdadeira disciplina espiritual é não alimentar esse ego, é não colocar mais energia nessa divisão egoica. Apenas isso, nada mais.

Adyashanti em Satsang

fonte:http://mickbernard.blogspot.com.br/

Parece simples... e é...Toda a complicação vem do ego.

FRATERNIDADE...



 Aprendemos a voar como os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a simples arte de vivermos juntos como irmãos. (Martin Luther King)

Fonte da imagem: Por Nobel Foundation - http://nobelprize.org/, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=9719576

OLHE NO ESPELHO

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Há uma única
pessoa no mundo
que realmente
pode fazer você infeliz
Que tal
Conhecer
esta pessoa
mais intimamente?
Para começar
olhe-se
no espelho
sorria
e diga
olá!
Ken Keyes Jr.
Fonte: http://www.4c.com.br/

OLHE PARA O ALTO



Tudo passa, sofrimento, dor, sangue, fome, peste. A espada também passará, mas as estrelas ainda permanecerão quando as sombras de nossa presença e nossos feitos se tiverem desvanecido da terra. Não há homem que não saiba disso. Por que então não voltamos nossos olhos para as estrelas? Fonte : Mikail Bulgakov in The White Guard ( O exército branco)

AQUIETE A MENTE E ALMA FALARÁ



Meditação é a nutrição da sua natureza autêntica. Meditação põe um freio na mente veloz. Meditação muda a capacidade do coração de aceitar a vida como ela é. Meditação não é batalhar com a mente, mas testemunhar a mente. Meditação cria mais tempo do que gasta. Em nenhum lugar o ser humano pode encontrar um retiro mais quieto do que sua própria alma. Aquiete a mente e a alma falará. Brahma Kumaris

UTOPIA, PARA QUE SERVE?


Utopia
http://conceitos.com/utopia/
  1. “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

Eduardo Galeano citando Fernando Birri

A utopia é uma circunstância ou possitilidade tão boa que é impossível de realizar. Este termo significa "não lugar" e foi popularizado com a publicação de um livro anônimo de Thomas More. Ao longo da história os homens passaram por muitas situações desejáveis e impossíveis de realizar, sendo este termo uma expressão que se enquadra perfeitamente para explicar esta situação.
Esta fascinação do homem por mundos impossíveis não é apenas herança de livros do passado, mas que continuam no presente. Se observarmos a cultura popular, em especial os filmes de Hollywood, poderemos perceber como existe ainda uma fascinação por mundos e situações impossíveis de acontecer. Esta circunstância se deve prioritariamente ao desejo do próprio homem de sempre transcender sua existência cotidiana e tentar obter melhores condições. Na verdade, muitos dos grandes avanços tiveram origem nesta insatisfação com o mundo e na busca constante de uma melhora.
No caso da obra de Thomas More, ela se centrava fundamentalmente em uma comunidade ideal com suas próprias leis, costumes e organização política. Assim, narra às vicissitudes desta comunidade imaginária como se fosse verdadeira e com isso, tenta mostrar uma série de situações desejáveis que a sociedade não pode oferecer. Desta maneira, a utopia de Thomas More funciona como uma crítica às instituições e costumes de sua época, além de uma nova proposta das formas de organização.
A obra tem como antecedente a república de Platão e é inspirada por muitos. Se puxarmos pela memória, vamos lembrar que ela descreve um diálogo de Sócrates com seus antagonistas. A partir daí, é traçada uma situação ideal de organização social, onde o filósofo tem um papel preponderante de sua condição em busca da verdade. A república pode ser considerada como uma das primeiras expressões utópicas que refletem um estado desejável de circunstâncias.
Uma expressão muito utilizada e que está relacionada com a utopia é a chamada distopia. Esta se refere ao contrário, a um estado indesejável de circunstâncias que não existem. Neste caso, a crítica funciona porque este estado indesejável é apenas um exagero dos problemas que acontecem habitualmente em nosso mundo.







SUPERAÇÃO DO EGO

Este vídeo faz parte do filme "O Pequeno Buda" e retrata um diálogo entre Sidarta e Ego, eu o selecionei porque achei muito significativo e ilustrativo de tudo que se fala sobre o "ego".


ANDRÉ RIEU, SUAS VALSA E AS FLORES

A FAMOSA ORQUESTRA DE ANDRÉ RIEU, SUAS VALSAS E FLORES, MUITAS FLORES... 


Lenda da flor de lótus no hinduísmo

 


Na Índia, uma pequena lenda conta a historia de sua criação: Um dia, reuniram-se para uma conversa, à beira de um lago tranquilo cercado por belas árvores e coloridas flores, quatro lendários irmãos. Eram eles o Fogo, a Terra, a Água e o Ar.

Como eram raras as oportunidades de estarem todos juntos, comentavam como haviam se tornado presos a seus ofícios, com pouco tempo livre para encontros familiares. Mas a Água lembrou aos irmãos que estavam cumprindo a lei divina, e este era um trabalho que deveria lhes trazer o maior dos prazeres.

Assim, aproveitaram o momento para confraternizar e contar, uns aos outros, o que haviam construído – e destruído – durante o tempo em que não se viam. Estavam todos muito contentes por servirem à criação e poderem dar sua contribuição à vida, trabalhando em belas e úteis formas.

Então se lembraram de como o homem estava sendo ingrato. Construído ele próprio pelo esforço destes irmãos, não dava o devido valor à vida. Os irmãos chegaram a pensar em castigar o homem severamente, deixando de ajudá-lo. Mas, por fim, preferiram pensar em coisas boas e alegres.

Antes de se despedir, decidiram deixar uma recordação ao planeta deste encontro. Queriam criar algo que trouxesse em sua essência a contribuição de cada um dos elementos, combinados com harmonia e beleza. Sentados à beira do lago, vendo suas próprias imagens refletidas, cada um deu sua sugestão e muitas ideias foram trocadas. Até que um deles sugeriu que usassem o próprio lago como origem.


Que tal um ser vivo que surgisse da água e se crescesse em direção ao céu? Uma vegetal, talvez? Decidiram-se, então, por uma planta que tivesse suas raízes rente à terra, crescesse pela água e chegasse à plenitude do ar. Ofereceram, cada um, o seu próprio dom. A Terra disse: “darei o melhor de mim para alimentar suas raízes”.



A Água foi a próxima: “Fornecerei a linfa que corre em meus seios, para trazer-lhe força para o crescimento de sua haste”. “E eu lhe cercarei com minhas melhores brisas, dando-lhe minha energia e atraindo sua flor”, disse o Ar. Então o Fogo, para finalizar o projeto, escolheu o que de melhor tinha a oferecer: “ofereço o meu calor, através do sol, trazendo-lhe a beleza das cores e o impulso do desabrochar”.

Juntos, puseram-se a trabalhar, detalhe a detalhe, na sua criação conjunta. Quando finalizaram sua obra, puderam se despedir em alegria, deixando sobre o lago a beleza da flor que se abria para o sol nascente. Assim, em vez de punir o ser humano, os quatro irmãos deixaram-lhe uma lembrança da pureza da criação e da perfeição que o homem pode um dia alcançar.Assim que os quatro elementos se separaram, a Lótus reinou no lago com sua beleza imaculada. Essa é a lenda sobre a origem desta incrível flor – pura e bela, por mais difíceis que as condições sejam e mesmo nas mais difíceis e obscuras circunstâncias.

Read more: http://www.japaoemfoco.com/a-lenda-da-flor-de-lotus/#ixzz2SdTBvbm5


LE JARDIN EXTRAORDINAIRE

Música alegre com paisagens interessantes! Divirta-se!


SOBRE O HÁBITO DA PREOCUPAÇÃO

 Carpe Diem

 Viva este dia! Ontem é unicamente um sonho e amanhã é só uma visão, mas o hoje bem vivido faz de cada ontem um sonho de felicidade e de cada amanhã uma visão de esperança. Não sofra pelo passado nem se preocupe pelo futuro. Viva este dia e viva-o bem.. A preocupação é um hábito. Algo pode-se fazer com ela. Eu chamo a isto renunciar ao hábito da preocupação.

Há técnicas que ajudam. Tenho falado com lindas pessoas religiosas e descoberto que ainda se preocupam. É uma perda total de tempo e energia. Se você é uma pessoa que ora, que ora com fé, poderia imediata e automaticamente levar o que o preocupa a Deus, em uma oração e deixá-lo nas mãos de Deus - as melhores mãos possíveis.

Esta é uma técnica que dá excelentes resultados. No princípio, talvez tenha que levá-lo novamente a Deus por um bom número de vezes até que desenvolva o hábito (que eu própria desenvolvi) de fazer sempre tudo o que puder na situação e depois deixar o resto, com toda confiança, nas mãos de Deus. Por que você se preocupa tão pouco com o momento atual? O presente normalmente está bem.

Se está se preocupando, com certeza é amargurado pelo passado, o qual deveria ter esquecido há muito tempo, ou está apreensivo pelo futuro, que nem sequer chegou ainda. Tendemos a passar superficialmente pelo momento atual, que é o único momento que Deus nos dá a todos para viver. Se você não vive o momento presente, nunca estará vivendo plenamente. E quando vivemos o momento presente, a tendência é não preocupar-nos. Para mim, cada momento é uma nova e maravilhosa oportunidade de servir aos demais.

Fonte: VI capítulo Solucionando os Problemas da Vida, p.52
http://www.peacepilgrim.com/pdf-files/pp_port.pdf

Fonte da Imagem:http://www.mensagens10.com.br/mensagem/8526

A POETISA FALA



   PUBLICAMOS POESIAS TAMBÉM, POR QUE NÃO?

“No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta.
E no planeta um jardim e no jardim um canteiro
no canteiro uma violeta e sobre ela o dia inteiro
entre o planeta e o sem-fim a asa de uma borboleta.”
Cecília Meireles

O CAMINHO DO CORAÇÃO

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A FELICIDADE É A SUA PRÓPRIA NATUREZA




A felicidade é sua própria natureza. Portanto não é errado desejá-la. O que é errado é procurá-la externamente, porque ela está dentro de você.

Bhagavan Sri Ramana Maharshi

NÃO JOGUE FORA SUA EXISTÊNCIA

    “A menos que você force a disponibilização de tempo para trabalhar em si mesmo, não vai acontecer. Se sua mente está sempre ocupada...